CEALAG E JOHNSON & JOHNSON JUNTOS PELA MELHORIA DO SUS


Em 2013, uma parceria entre a empresa Johnson & Johnson e o CEALAG (Centro de Estudos Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão), deu início ao Programa de “Apoio à Humanização nos Hospitais”. Este projeto é voltado à melhoria do Sistema Único de Saúde (SUS) e à Política Nacional de Humanização (PNH). Implantado em cinco capitais do país, o programa atuou em parceria com os hospitais públicos ligados às secretarias municipais e estaduais.

Todas as escolhas dos hospitais participantes foram feitas por interlocutores governamentais, que orientados pela proposta técnica, dividiram as atividades do programa em cinco partes: “Projeto piloto”, “Oficina de Capacitação e Planejamento”, “Oficina de Sensibilização e Multiplicação”, “Projeto Maternidades” e “Curso de Formação em Humanização para Residentes”. Com o seu término em abril de 2014, o programa foi considerado um sucesso, mostrando uma melhora significativa nos hospitais participantes.

Estruturado em formato de curso, o Projeto Maternidade, desenvolvido junto ao Núcleo Técnico de Humanização da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, buscou trabalhar com os conteúdos trazidos pelos próprios hospitais, obtendo inclusão expressiva em 23 das 24 maternidades estaduais. O programa envolveu 96 profissionais de saúde, com uma média de 40 participantes por oficina.

Com o objetivo de estender uma discussão sobre humanização para outros serviços além dos hospitais sedes, as Oficinas de Sensibilização conseguiram atingir 102 profissionais de 39 serviços de saúde, em 18 reuniões. É importante ressaltar as secretarias de saúde de Recife e Salvador, que optaram por abranger as UPAs ampliando as ideias e debatendo novos temas como: os dispositivos da humanização, a ferramentas de planejamento, qualidade da assistência e instrumentos de gestão.

A Oficina de Capacitação e Planejamento promoveu cerca de 100 encontros em oito hospitais, capacitando os profissionais da saúde e planejando ações de humanização, com foco na inclusão das redes sociais e a participação dos usuários nos espaços assistenciais para profissionais de saúde dos serviços maternidade, sala de emergência e UTI de hospitais públicos. É importante ressaltar que a participação das oficinas tiveram resultados distintos conforme a realidade de cada local.

Por fim, o Curso de Formação em Humanização para Residentes contou com as participações de aproximadamente 20 médicos e enfermeiras, que discutiram abertamente temas relacionados à prática de assistências como a humanização, a comunicação interpessoal, o trabalho em equipe e a necessidade e a importância do autocuidado do profissional da saúde.

Se considerarmos todos os componentes do programa, foram atingidos um total de 71 serviços e 570 profissionais de saúde em cinco capitais brasileiras.

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